"Às vezes  precisamos 
ver o mundo com

os olhos fechados."

Quem é KB

       Eu sou Kau Bonnett, tenho vinte e três anos. Nos dezessete anos eu tive contato com o primeiro livro que fez-me gostar realmente de ler, o autor era Napoleon Hill e a partir daquela leitura eu soube que eu era aficionada pelo comportamento humano.

Foi mais ou menos nesse tempo, que eu iniciei - inconscientemente - o caminho do autoconhecimento. Também conheci seres incríveis e me conectei com pessoas que elevaram não só a minha mente, mas também o meu espírito, me ensinando indiretamente o poder da fé e do amor.

 

      Tive uma marca de camisetas com meu melhor amigo e junto a isso, tive meu primeiro contato com o meu propósito de vida: servir a humanidade.

Com dezenove anos trilhei alguns caminhos diferentes do que eu estava acostumada. A edição de vídeo me acompanha desde os quinze, então eu decidi coloca-la em prática e trabalhar em uma produtora de vídeo. Aos vinte trabalhei em uma Hamburgueria que tinha iniciado no caminho do empreendedorismo social, foi incrível a minha jornada de 6 meses ali, eu juro! Em paralelo a tudo isso, eu continuava escrevendo desde os meus quatorze anos. E entre um trabalho e outro, eu fazia trabalho voluntário na ONG Projeto Resgate.  

     Nos vinte e um a minha vida mudou totalmente, as crises de ansiedade voltaram (eu tive desde os meus onze anos) e pareceu que aquela coisa de setênios era real. Tinha um vazio na minha mente que eu precisava urgentemente preencher. Fui para a cidade gigante (São Paulo) e busquei trabalho voluntário em um centro budista. Saí de lá com a mente mais calma, com a respiração em dia e com um trabalho para fazer. Mais uma vez entrei em um trabalho que eu não sabia fazer, mas aprendi… Marketing e comunicação. Em paralelo a isso, a escrita continuava e os trabalhos voluntários também. 

   

"Eu continuei sendo quem eu sou 

buscando  quem eu quero me tornar."

"Se eu morresse agora,
eu morreria grata e feliz!"

    O meu propósito seguia gritante em mim, tão gritante que eu lancei um livro. Dentro de um escritório, trabalhando oito horas por dia, cinco dias na semana, eu alinhei todos os meus escritos e surgiu o livro “Com Gratidão”. Nos meus dezenove anos, quando eu voltava pra casa do meu primeiro dia de trabalho voluntário, eu tive o sentimento de que: Se eu morresse agora, eu morreria muito grata e feliz! 

Esse foi o meu primeiro contato consciente com a gratidão, consciente eu digo porque dentro de casa a minha mãe sempre nos instruiu a agradecer muito mais do que pedir, e mostrava sempre, que o sentimento da gratidão é algo transformador. Finalmente ali eu tinha entendido parte do que eu sempre fiz no automático e com gratidão eu escrevi um livro, nada mais justo do que esse ser o nome.  

     Aos vinte e dois anos eu sai do escritório e voltei a edição de vídeo e eu me perdi, novamente eu me perdi no propósito, no que fazer, no que ser e principalmente no que querer. Então eu decidi correr, eu fazia isso desde os dezesseis anos, mas era sempre com idas e vindas, sem prestar atenção. Eu decidi correr de verdade e com isso concluí em agosto a minha primeira meia maratona (21km) e em novembro a segunda. Com isso eu percebi o tamanho da minha força e do que eu consigo. Continuei cantando e tocando violão, coisas que fiz desde os nove anos, por prazer, por mim mesma. Continuei escrevendo, aliás, eu nunca parei. Eu continuei sendo quem eu sou e buscando quem eu quero me tornar.  

        O meu maior orgulho será quando eu puder devolver para a minha família, tudo o que eles me deram, principalmente de forma emocional. E a minha maior conquista, será sempre, dia após dia, conseguir impactar positivamente a vida de pelo menos uma pessoa. 

Esses últimos anos fizeram-me perceber o quão a vida nos surpreende, e eu acredito que será essa busca constante até o final de tudo, até eu fechar os meus olhos para sempre. 

Eu vou seguir o meu coração e aceitar os novos dias. Irei me perder e me encontrar de tempos em tempos, apenas para perceber que estou viva. 

textos

com gratidão

O best-seller da autora Kau Bonnett já tem história marcada em nossa alma. Suas palavras generosas procuram emocionar, inspirar e incentivar todos nós a apreciar os momentos simples e sermos gratos sempre, do raiar ao por-do-sol.  
Um livro que pode tocar seu coração na medida certa. 
"Superar-se é observar-se e meditar para trabalhar em si mesmo, e compartilhar com generosidade."

- SURYAVAN SOLAR